terça-feira, 25 de janeiro de 2022

APRENDA A COMER A FRUTA E A REPLANTAR AS SEMENTES - Dog Murras

 

 

    O músico e empresário Dog Murras deu umas dicas, de sucesso.

😎👌

    Ya Família, a nossa sociedade foi erguida num pilar de mentira aonde o “Kumbú” virou ponto de partida e de chegada, sob o manto d´uma má educação financeira, mas é importante acordarmos pra vida e jogar no lixo o Modo “Wawera”.

    É hora de cortar o “Chapa Ganha, Chapa Gasta” e eliminar outros péssimos hábitos de má gestão financeira que só nos prejudicam. Desenvolver a mentalidade de Agricultor é Urgente! Os Kumbús que fazes diária, semanal ou mensalmente são SEMENTES. O quê que acontece com um agricultor que faz a colheita e “Pita” toda fruta sem deixar caroço? Resultado é Zero porque ele fica sem SEMENTES pra replantar e jamais terá frutos pra comer na próxima temporada.

    É por isso que a maioria dos “People” na “Bandula” hoje estão na “Dimbinza”, até mesmo os que só sacavam Kumbús lá dos “Saco Azul”. Temos que pensar e agir como Agricultor que planta e irriga a semente (Investe capital ou esforço), espera (Tempo e Paciência), colhe os frutos (recebe a Renda, o Salário, ou a “Micha”), come a fruta (Tira o ESSENCIAL pra sua sobrevivência) e replanta as sementes em SOLO FERTILIZADO (Investimentos Planeados, Propósito e Metas).

    E esse exercício Num exige “Milhões”, Não! “Num” procura desculpas, busca soluções! Pergunta na tia Zungueira “Cumué” que todo dia ela tem produtos pra vender. Se continuas a “Papar” toda Fruta sem replantar as SEMENTES então “Nuvalapena” só culpar “Tô” Tio, Vizinho ou Colega, o “Tô” Bruxo és tu. “Abr´o olho” enquanto é tempo e deixa de fazer sentir “Tô” nome na “Street”.
    
     Daqui pra frente os Tempos serão só de Crises atrás de Crises, até o apito final de Nzamby, portanto você é OBRIGADO a assumir o controle e gerir inteligentemente os teus ganhos: Planta, Irriga, Espera, Colhe, Come a Fruta, Replanta a Semente, Irriga, Espera, Colhe a Fruta, Replanta a Semente...
Vô Te Berrar Mais

quarta-feira, 5 de janeiro de 2022

Inflação em Angola regista uma subida menor de 20% nos preços em 2022 diz a Oxford Economics Africa

 

        


Esperamos que a correcção no elevado preço global das matérias-primas e o efeito base vão ajudar a moderar a inflação para um crescimento menor que 20% em 2022"


    A consultora Oxford Economics Africa elevou a previsão de inflação em Angola do ano 2021  para perto de 26%, antevendo ainda que no próximo ano a subida de preços registe uma subida menor que 20%.

    "Devido a uma taxa de inflação mais elevada que o previsto nos últimos meses, devemos aumentar a nossa previsão de inflação média em 2021 para perto de 26%, o que compara com a previsão actual de 25,2%", lê-se num comentário à evolução dos preços em Angola em Outubro, no qual lembram que a previsão para o aumento dos preços no próximo ano está nos 16,9%.

    A inflação em Angola subiu 26,98% em novembro face ao período homólogo de 2020, acelerando também 2,08 pontos percentuais relativamente à variação registada em outubro, anunciou hoje o Instituto Nacional de Estatística (INE) angolano.

    Segundo o Índice de Preços no Consumidor Nacional (IPCN) de novembro 2021, a variação homólogo da inflação neste período situa-se em 26,98%, registando um acréscimo de 2,08 pontos percentuais em relação a observada em igual período anterior (novembro 2020).

    "Comparando a variação homóloga atual com a registada no mês anterior verifica-se uma aceleração de 0,11 pontos percentuais", lê-se na Folha de Informação Rápida (FIR) elaborada pelo INE.Em relação à evolução dos preços relativamente a outubro, o IPCN "registou uma variação de 2,08%" e sublinha que "comparando as variações mensais (outubro 2021 a novembro 2021) regista-se uma aceleração de 0,02 pontos percentuais ao passo que, em termos homólogos (novembro 2020 a novembro 2021), regista-se uma aceleração na variação atual de 0,09 pontos percentuais".

    Em termos dos setores que mais influenciaram a evolução dos preços, o INE refere que a classe "Alimentação e Bebidas não Alcoólicas" foi o que registou o maior aumento de preços, com uma variação de 2,42% e destacam-se também os aumentos dos preços verificados nas classes "Vestuário" com 2,19%, "Bebidas Alcoólicas e Tabaco" com 2,18% e "Mobiliário, Equipamento Doméstico e Manutenção" com 2,16%.






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